Independência financeira
Como conseguir a tão sonhada independência financeira?


 


Assim que o jovem começa a tomar consciência de si mesmo e descobrir os seus próprios valores, desperta o interesse pela auto-suficiência financeira.Libertar-se da vexatória dependência de favores e poder sobreviver com dignidade,caminhando com as próprias pernas, torna-se o seu principal objetivo.


 


Como conseguir a tão sonhada independência financeira?


Milhões de jovens conscientes estão, neste instante, às voltas com a mesma questão. Assim como todos nós, adultos, passamos pelo mesmo problema. Destes, alguns conseguiram identificar com precisão o caminho a seguir e se deram bem na vida. Outros bateram cabeça, escolheram o alvo errado e hoje lamentam o tempo desperdiçado. Entretanto, de alguma maneira, satisfeitos ou não, todos os que não seguiram a marginalidade, conseguem sobreviver com dignidade.


Na verdade, o que importa, é conseguir entender que, afinal de contas,quem irá nos proporcionar a renda que almejamos é a sociedade. Esta é quem vai nos retribuir o exato valor daquilo que proporcionarmos a ela. Em outras palavras: ao oferecermos serviços ou utilidades de baixo valor não poderemos esperar maiores retribuições e, ao contrário, se o que tivermos a oferecer for de maior necessidade, utilidade, ou prazer, é evidente que o retorno será melhor.


Esta simples constatação é o caminho para o questionamento correto, que passa, então, a ser o seguinte:


Como posso ser útil à sociedade? O que, de melhor de mim mesmo, tenho a oferecer?


 


O ponto de partida é a meditação profunda buscando, em seu íntimo, o auto-conhecimento que o levará a perceber as aptidões legadas pela carga hereditária recebida de seus antepassados, também conhecida por “vocação”. Isto porque o sucesso profissional vai depender da sua aptidão à atividade que escolher exercer.


 


Podemos classificar as atividades em 3 grupos:


 


1-    Atividades simples - não exigem grandes talentos ou técnicas especiais.


2-    Talentos:  a) comércio.


                       b) artes – musicais, plásticas, cênicas,etc  


                       c) esportes.


3-    Conhecimentos.


 


Os talentos manifestam-se já na infância. É uma tendência natural. Não adianta você “desejar” ter talento para alguma atividade que julgue interessante. Muitos dos que “desejaram” ter talento para o comércio acabaram por se dar mal. A desculpa é sempre a mesma: “foi falta de sorte, crise econômica, etc”. O comerciante talentoso possui uma sensibilidade inata que o faz estar sempre no lugar certo e na hora exata onde e quando surgem as oportunidades que lhe são favoráveis. Preferem, antes, seguir a própria intuição do que dar ouvidos a notícias, conselhos ou argumentações racionais. Aliás, lógica e comércio nunca se deram bem. Muitos jovens, após se frustrarem em aventuras comerciais, voltam aos bancos escolares para adquirirem conhecimentos, doravante certos de que esta é a única mercadoria que independe do talento comercial para ser vendida.


Da mesma forma, nos campos das artes e esportes, não basta você “querer” ser um grande guitarrista, ator, ou jogador de futebol. Muitos, simplesmente por adoração aos seus ídolos, passam a “desejar ardentemente” brilharem no campo artístico ou esportivo. Julgam possuir talento para isso, então se dedicam, investem dinheiro, perdem tempo e, ao final, terminam por engrossar a multidão de artistas ou esportistas medíocres que vagueiam no limbo do ostracismo.


 



Fonte: jjfontes@hotmail.com
23/04/2006 - 19:49
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